Acesso à água para consumo

 

A principal ação é a implementação de cisternas de placas de placas familiar na região do semiárido, para captação e armazenagem de água para consumo humano. A cisterna é uma tecnologia social – um conhecimento desenvolvido e compartilhado na própria comunidade –, simples e de baixo custo, que capta a água da chuva. Trata-se de um reservatório de alvenaria que armazena a água da chuva captada por um sistema de calhas interligado a ela, instalado no telhado.

 

Acesso à água para consumo
A principal ação é a implementação de cisternas de placas de placas familiar na região do semiárido, para captação e armazenagem de água para consumo humano. A cisterna é uma tecnologia social – um conhecimento desenvolvido e compartilhado na própria comunidade –, simples e de baixo custo, que capta a água da chuva. Trata-se de um reservatório de alvenaria que armazena a água da chuva captada por um sistema de calhas interligado a ela, instalado no telhado.

 

Funciona assim: a chuva cai nos telhados, escorre pelas calhas e canos, até a cisterna, onde fica armazenada e de onde é bombeada para o consumo. Esse modelo tem capacidade de 16 mil litros. Dá para atender necessidades básicas de consumo como beber, cozinhar e preparar alimentos, de uma família de cinco pessoas, por até oito meses de estiagem.

 

Além do reservatório que fica semienterrado, a cisterna de placas é formada por outros acessórios: placa de identificação, bomba manual, tampa, cadeado, canos e filtros. Por ser um depósito coberto, evita a evaporação da água e impede a contaminação causada pelos mais diversos fatores.